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LIGA DOS DIREITOS HUMANOS CONDENOU A SITUAÇÃO QUE SE ENCONTRA O CASO UM DE FEVEREIRO

Presidente da Liga dos Direitos Humanos Augusto Mário da Silva junto da sua organização reagiram em conferencia de imprensa no âmbito da sua missão de promoção da paz e protreção dos direitos humanos na Guiné-Bissau O encontro visa pronunciação sobre situação dos detidos em conexão com caso um de Fevereiro (01/02/2022) Em conferencia de imprensa que teve lugar ontem em Bissau velho na casa do direito o presidente da Liga dos Direitos Humanos voltou a sublinhar que a sua organização condena a quaisquer ato da violência sobre tudo no que diz a respeito ‘’ o caso de um de Fevereiro de ano dois mil e vinte dois que seifou vidas’’ para além a violência não é caminho certo para resolver problemas, sendo assim a violência mina confiança dos cidadões e nas instituições e conduz a terra para abismo, do mesmo modo disse ainda que a violência tem conduzido o País para situação que estamos hoje, nesse sentido a Liga Dos Direitos Humanos exigi uma explicação clara sobre o que acancteceu quem são os responsáveis e que sejam responsabilizados. De salentar que os tribunais das Instruções emitiram o mandato de soltura para os detentos de um de Fevereiro e que até hoje não foram cumpridas as ordem juduciais, contunuem a serem encarcerados numa situação de pessímas condições, ainda contou a liga, que a justiça deve ser feita para todos e segamente, deste modo a liga pede ao estado da Guiné-Bissau que sejam cumpridas escrupulosamentos as leis Judicial,se o estado não cumprindo com as leis e esta contribuindo para fragilidade da entidade judicial. No total foram catorze detidos entre os que têm ordem judidcial do juiz da instrução criminal os que pelo proprio do curso da investigação esta a ser conduzido pelo Ministério Público que por acharam fortes para constituição do arguido. A stituação que se encontra os detidos é de pessíma condição que alguns já foram hospitalizados devido as condições que encontra as salas de detenção, e são proibidos de receberam visitas das organizações humanitária salvo a dos familiares.

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